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O jornal argentino "Gaceta Mercantil" informou, na noite de sexta-feira (17), que o submarino militar foi localizado após desaparecer dos radares e ficar totalmente sem contato desde a última quarta-feira.
Segundo a publicação, a localização foi anunciada pelo International Submarine Escape and Rescue Liaison Office, grupo ligado à OTAN. O G1 entrou em contato com a organização para confimar a informação, mas até a manhã deste sábado (18) não havia obtido resposta.
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Segundo o jornal argentino Gaceta Mercantil, o submarino estava a cerca de 300 km ao leste de Puerto Madryn, a aproximadamente 70 km de profundidade.
Ainda de acordo com informações do jornal, uma explosão em um painel de baterias na proa o deixou sem propulsão elétrica.
O presidente da argentina, Mauricio Macri, e a marinha do país ainda não se manifestaram sobre o assunto. Em sua conta no Twitter, o presidente disse: "Estamos comprometidos a utilizar todos os recursos nacionais e internacionais que sejam necessários para encontrar o submarino ARA San Juan o quanto antes".
Desaparecimento
O submarino militar, com 44 tripulantes, perdeu contato com a terra e provocou uma busca massiva, que mobilizar pelo menos duas aeronaves e três embarcações.
O submarino saiu de Ushuaia com destino a Mar del Plata, e levava um estoque de comida suficiente para vários dias de viagem. De acordo com o porta-voz da Marinha argentina, Enrique Balbi, era possível que ele terminasse o trajeto mesmo sem conseguir fazer comunicação com a terra firme.
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O plano de busca do submarino, de origem alemã, se concentra em uma área a 430 quilômetros do ponto mais próximo do litoral ao sudeste da península Valdés, na província patagônica de Chubut. De acordo com o protocolo, caso esteja apenas sem comunicação, o submarino deve sair a superfície para favorecer o contato visual.
A Marinha também disse em comunicado que ordenou a todas as estações terrestres ao longo do litoral argentino "a busca preliminar e estendida das comunicações e escutas em todas as possíveis frequências de transmissão do submarino".
*G1
sergioguzanski102030@gmail.com